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sábado, 9 de julho de 2011
A Warner comemora a estreia do ultimo filme de Harry Potter com o especial exclusivo "Por trás da Magia"

A Warner comemora a estreia do ultimo filme de Harry Potter com o especial exclusivo "Por trás da Magia"
A Warner comemora a estreia do último filme de Harry Potter com duas grandes iniciativas da programação, criadas especialmente para os fãs desta maravilhosa e premiada saga.
Começamos com o programa exclusivo "Por trás da Magia", onde conheceremos como o filme foi feito e entraremos no mundo de Harry Potter, assistiremos às entrevistas exclusivas com o elenco e os produtores, veremos os cortes, as cenas dos bastidores; e ainda poderemos admirar a cenografia feita nos estúdios Leavesden na Inglaterra.
Depois de conhecermos a superprodução, a Warner exibira três noites de magia e aventura, em que Harry, Ron e Hermione dão inicio aos seus estudos na arte da magia para resolverem os mistérios em "Harry Potter e a Pedra Filosofal" e "Harry Potter e a Câmera Secreta".
Julho 8, 9, 10, 14, 15, 17: "Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2 Behind the Magic".
Quinta, 14 de julho: "Harry Potter and the Sorcerer's Stone"
Sexta, 15 de julho: "Harry Potter and the Chamber of Secrets"
Domingo, 17 de julho: "Harry Potter and the Sorcerer's Stone" e "Harry Potter and the Chamber of Secrets".
Começamos com o programa exclusivo "Por trás da Magia", onde conheceremos como o filme foi feito e entraremos no mundo de Harry Potter, assistiremos às entrevistas exclusivas com o elenco e os produtores, veremos os cortes, as cenas dos bastidores; e ainda poderemos admirar a cenografia feita nos estúdios Leavesden na Inglaterra.
Depois de conhecermos a superprodução, a Warner exibira três noites de magia e aventura, em que Harry, Ron e Hermione dão inicio aos seus estudos na arte da magia para resolverem os mistérios em "Harry Potter e a Pedra Filosofal" e "Harry Potter e a Câmera Secreta".
Julho 8, 9, 10, 14, 15, 17: "Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2 Behind the Magic".
Quinta, 14 de julho: "Harry Potter and the Sorcerer's Stone"
Sexta, 15 de julho: "Harry Potter and the Chamber of Secrets"
Domingo, 17 de julho: "Harry Potter and the Sorcerer's Stone" e "Harry Potter and the Chamber of Secrets".
A Data dos especiais:
Sábado: 20:30
Domingo: 17:30
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Stephen King escreve Artigo Sobre Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2
“Então o que aconteceu? De onde veio este Ministério da Magia?
Bem, há alguns indicadores. Enquanto os acadêmicos e os críticos de educação cabeçudos estavam gemendo que era o fim da leitura e que as crianças se importavam apenas com seus Xboxes, iPods, Avril Lavigne, e High School Musical, as crianças com as quais eles estavam preocupados estavam silenciosamente se virando para as narrativas de um tal Robert Lawrence Stine. Conhecido na faculdade como “Jovial Bob” Stine, este camarada ganhou outro apelido mais tarde, o de – ahem – “Stephen King da literatura infantil”. Ele escreveu seu primeiro livro de terror adolescente (Blind Date) em 1986, anos antes da chegada da Pottermania… mas logo não se podia olhar a lista de best-sellers da USA Today sem ver três ou quatro de seus livros subindo e descendo no top 50.
Estes livros praticamente não atraíram atenção dos críticos – até onde eu saiba, Michiko Kakutani nunca fez resenha de Who Killed the Homecoming Queen – mas as crianças deram bastante atenção a eles, e R. L. Stine surfou na onda da popularidade infantil, em parte alimentada pela emergente Internet, até se tornar talvez o autor infantil mais vendido do século XX. Como Rowling, ele era um autor da [editora] Scholastic, e eu não tenho dúvidas de que o sucesso do Stine foi uma das razões para a Scholastic apostar na jovem e desconhecida escritora britânica para começo de conversa. Ele é largamente desconhecido… mas claro, João Batista nunca teve a mesma exposição que Jesus também.
Rowling tem sido muito mais bem sucedida, em termos de crítica e finanças, porque os livros Potter amadureceram a cada volume. Isso, eu acho, é seu grande segredo (e nem tão secreto assim; para entender este ponto visualmente, compre o ingresso de a Ordem da Fênixe dê uma olhada no antes bonitinho Ron Weasley olhando para baixo ao falar com Harry e Hermione). As crianças de R. L. Stine permanecem crianças para sempre, e as crianças que gostavam se suas aventuras cresceram demais para eles, como inevitavelmente eles cresceram até não caberem nos seus Nikes infantis. As crianças de Jo Rowling cresceram… e os leitores cresceram com eles.
Isso não teria importado tanto se ela fosse uma escritora ruim, mas ela não é – ela era e é uma narradora com um dom incrível. Enquanto alguns dos blogs e a mídia popular mencionaram que a ambição de Rowling acompanhou a popularidade ascendente de seus livros, eles não notaram que seu talento também cresceu. Talento nunca é estático, está sempre crescendo ou morrendo, e versão curta sobre Rowling é a seguinte: ela era bem melhor que R. L. Stine (um escritor adequado, mas sem sal) quando ela começou, mas ao tempo em que rabiscou a última linha de Relíquias da Morte (“Tudo estava bem”), ela tinha se tornado uma das mais elegantes estilistas no seu país nativo – não tão boa quanto Ian McEwan ou Ruth Rendell (pelo menos ainda não), mas facilmente comparável a Beryl Bainbridge ou Martin Amis.
E, claro, havia a magia. É o que as crianças querem mais que tudo; é o que eles precisam. Isso vai desde os Irmão Grimm, Hans Christian Andersen, e a velha e boa Alice, seguindo aquele “toelho danado”. Crianças estão sempre procurando pelo Ministério da Magia, e elas geralmente encontram.
Um vez, na minha cidade natal de Bangor, eu estava caminhando pela rua e observei um menino de uns 3 anos com o rosto sujo, joelhos machucados e um olhar de extrema concentração. Ele estava sentado na faixa de lama entre a calçada e o asfalto. Ele tinha uma vareta na mão e estava cuturando a lama com a ela. “Venha pra cá!”, ele gritou. “Venha pra cá, poxa! Você não pode sair até eu dizer a Palavra Especial! Você não pode sair até eu mandar!”
Várias pessoas passaram pelo garoto sem prestar muita atenção (se prestavam). Eu parei, no entando, e observei enquanto pude – provavelmente porque eu passo tanto tempo dizendo pras coisas que habitam minha própria imaginação para se abaixarem e não saírem até eu mandar. Eu fiquei tão encantado com o faz-de-conta sem esforço do garoto (sempre presumindo que era faz-de-conta hehehe). E duas coisas me ocorreram. Uma foi que se ele fosse um adulto, a polícia o teria levado como um bêbado ou para um exame psiquiátrico no nosso hospício local. A outra foi que crianças exibindo tendências paranóico-esquizofrênicas são simplesmente aceitos na maioria das sociedades. Nós todos entendemos que crianças são malucas até mais ou menos 8 anos e damos um desconto pra suas mentes excitantes em que tudo vale.
Isto aconteceu por volta de 1982, enquanto eu estava me preparando para escrever uma longa história sobre crianças e monstros e isso influenciou bastante meu pensamento sobre aquele livro. Mesmo agora, anos depois, eu penso naquele garoto – um pequeno Ministro da Magia usando um galho morto como varinha – com afeição e espero que ele não tenha se considerado velho demais para Harry Potter quando estes livros começaram a aparecer. O que é possível; triste pensar que sim, mas uma coisa J. R. R. Tolkien percebe e que Rowling não percebe é que, às vezes – frequentemente, na verdade – a magia desaparece.
Foram crianças que a Sra. Rowling – como seu precursor da Rua do Medo, mas com consideravelmente mais habilidade – cativou primeiro, demonstrando com a lógica irrefutável de algo como 10 bazilhões de livros vendidos que crianças são perfeitamente capazes de deixar de lado seus iPods e Game Boys e pegar um livro… se a magia estiver lá. Que ler por si só é mágico é algo que eu nunca duvidei. Eu daria muito para saber quantos adolescentes (e pre-adolescentes) enviaram esta mensagem de texto nos dias após o lançamento do último livro: NÃO ME LIGUE HOJE ESTOU LENDO.
O mesmo provavelmente aconteceu com os livros Goosebumps de R. L. Stine, mas diferente de Stine, Rowling trouxe adultos para dentro do círculo de leitura, tornando-o muito maior. Isso não é um fenômeno único, embora ele pareça ser associado principalmente a autores britânicos (houve Huckleberry Finn, claro, uma continuação do seu irmão mais novo Tom Sawyer). Alice no País das Maravilhas começou como uma história contada para Alice Liddell, de 10 anos, por Charles Dogson (também conhecido como Lewis Carroll); ela é agora ensinada em cursos universitários de literatura. E Watership Down, a versão de Richard Adams de A Odisséia (com coelhos protagonizando no lugar de humanos), começou com uma história contada para entreter a filhas pré-adolescentes do autor, Juliet e Rosamond, durante uma viagem longa de carro. Como livro, no entanto, foi classificado como uma “fantasia para adultos” e se tornou um best-seller internacional.
Talvez seja a prosa britânica. É difícil resistir ao hipnotismo daquelas vozes calmas e sensíveis, especialmente quando elas se voltam para o faz-de-conta. Rowling sempre foi parte da tradição da narrativa direta (Peter Pan, originalmente uma peça de Scot J. M. Barrie, é um outro exemplo). Ela nunca perde o foco do seu tema – o poder do amor de transformar crianças confusas, em geral amedrontadas, em adultos decentes e responsáveis – mas sua escrita tem ênfase mesmo é na história. Ela é mais lúcida que brilhante, mas tudo bem; quando ela expressa sentimentos fortes, ela se mantém amante deles sem negar verdade ou o poder deles. O exemplo mais doce em Relíquias da Morte aparece cedo, com Harry se lembrando dos seus anos de infância na casa dos Dursley. “Veio um sentimento estranho e vazio ao lembrar daqueles tempos,” escreve Rowling. “Era como lembrar-se de um irmão mais novo que ele havia perdido.” Honesto; nostálgico; não desleixado. É um pequeno exemplo do estilo que permitiu a Rowling a construir a ponte entre as gerações sem se esforçar ou perder a dignidade alegre que é um dos grandes charmes da série.
Seus personagens são cheios de vida e bem desenhados, seu ritmo é impecável, e embora haja quedas de continuidade ocasionais, a história como um todo se mantém quase que perfeitamente sólida ao longo de suas 4.000+ páginas.
E ela tem total controle daquela famosa sagacidade seca dos britânicos, como quando Ron, tentando sintonizar em um canal de notícias pirata num rádio bruxo, capta o refrão de uma música pop chamada “Um Caldeirão Cheio de Amor Quente e Forte.” Deve ter sido alguma versão bruxa de Donna Summer cantando essa aí. Há também sua paródia sagaz dos tablóides britânicos – que ela com certeza conhece bem – na pessoa da Rita Skeeter, talvez o melhor nome dado a um personagem fictício desde aqueles de Jonathan Swift. Quando Elphias Doge, o perfeito cavalheiro mágico britânico, chama a Rita de uma ‘truta metida’, eu tive vontade de me levantar e aplaudir. Toma isso, Page Six [coluna de fofocas do jornal New York Post]! Há muita carne nos ossos destes livros – boa escrita, sentimentos honestos, uma visão doce, porém firme, da natureza humana… e realidade dura: A MINHA FILHA NÃO, SUA VACA! O fato de Harry ter atraído adultos tanto quanto crianças nunca me surpreendeu.
Maravilhosa perspectiva de Stephen King sobre a nossa vida, não? Se você realmente acredita em tudo que este gênio da literatura de suspense e terror disse, junte-se à nós.
Stephen King escreve Artigo Sobre Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1
“O Ministério da Magia de J. K. Rowling”
por Stephen King – traduzido por Danilo Carvalho (http://danilocarvalho.com)
“E então o furduço acabou, a batalha foi perdida e vencida – isto é, a Batalha de Hogwarts – e todos os segredos estão fora do Chapéu Seletor. Aqueles que apostaram que o Harry Potter morreria perderam seu dinheiro; o menino que sobreviveu acabou sendo exatamente isso. E se você acha que isto é um spoiler a esta altura, você nunca foi um fã do Potter pra começo de conversa. O ultraje causado pelas resenhas apressadas (Mary Carole McCauley do The Baltimore Sun, Michiko Kakutani do The New York Times) já passou… embora o gosto amargo tenha ficado para muitos fãs.
O gosto ficou para mim também, embora não tenha nada a ver com o conceito bobo de ‘spoilers’, ou com a [falta de] ética de se ignorar da data de publicação de um livro. O voto omertà da prepublicação foi sempre, afinal de contas, uma coisa inventada pelas editoras Bloomsbury e Scholastic, e não – até onde eu saiba – uma parte da Carta Magna Britânica ou da Constituição Americana. Tampouco o ardente protesto de J. K. Rowling (‘Estou espantada que alguns jornais americanos decidiram publicar… resenhas em completo desrespeito para com os desejos de literalmente milhões de leitores, principalmente crianças…’) me comove. Estes livros cessaram de ser especificamente para crianças na metade da série; a partir de Cálice de Fogo, Rowling estava escrevendo para todos, e ela sabia disso.
O sinal mais claro de quão adulto os livros vinham se tornando até a conclusão chegou – e esplendidamente – em Relíquias da Morte, quando a Sra. Weasley vê a odiosa Bellatrix Lestrange tentando derrotar Gina com a Maldição da Morte. ‘A MINHA FILHA NÃO, SUA VACA’, grita ela. É o ‘sua vaca’ mais chocante em histórias de ficção recentes; já que virtualmente não existe palavrões [...] nos livros Potter, este chega com força quase fatal. Está totalmente correto no seu contexto – perfeito, na verdade – mas é também uma resposta quintessencialmente adulta para o perigo de uma criança.
O problema com as resenhas adiantadas – e aquelas que seguiram nos primeiros dias pós-publicação – é um que tem perseguido a magnum opus ['obra-prima', em latim] da Rowling desde o livro 4 (Cálice de Fogo), depois que a série se tornou um fenômeno mundial. Devido ao secretismo estilo Kremilin envolvendo os livros, todas as resenhas desde mais ou menos 2000 tem sido estritamente feitas nas coxas. Os resenhadores em si geralmente eram ótimos – Srta. Kakutani não é pouca **** – mas a própria popularidade dos livros tem frequentemente atrapalhado até as melhores intenções dos melhores escritores críticos. Nas suas pressas de cuspirem colunas e, logo, manterem-se como membros dignos da Igreja do O Quê Está Acontecendo Agora, muito poucos resenhadores de H.Potter disseram algo que vale a pena lembrar. A maior parte dessa massa crítica vê Harry – sem falar de seus amigos e suas aventuras – de apenas dois ângulos: sociológico (‘Harry Potter: Benefício ou Doença Infantil?’) ou econômico (‘Harry Potter e a Câmara dos Preços com Desconto’). Eles descrevem sem cuidados coisas como enredo e linguagem, e nada mais…. e sério, como poderiam fazer mais? Quando eles têm apenas quatro dias para ler um livro de 750 páginas e depois escrever uma resenha de 1.100 palavras sobre ele, quanto tempo você realmente tem para curtir o livro? Para pensar sobre o livro? Jo Rowling criou uma refeição sumptuosa de sete pratos, cuidadosamente preparada, maravilhosamente cozida e adoravelmente servida. As crianças e adultos que se apaixonaram pela série (eu entre eles) apreciaram cada garfada, desde a entrada (‘A Pedra Filosofal’) até a sobremesa (o maravilhoso epílogo de ‘Relíquias da Morte’). A maioria dos resenhadores, por outro lado, engoliram tudo, e depois vomitaram tudo de volta semi-digerido nas páginas dos cadernos de literatura de seus respectivos jornais.
E por causa disso, muito poucos escritores mainstream, de Salon até The New York Times, realmente pararam para considerar o trabalho que a Srta. Rowling criou, de onde ele veio, ou que ele pode significar para o futuro. Os blogs, em geral, não têm sido muito melhores. Eles parecem se importar com quem sobrevive, quem morre e quem dedura. Além disso, é tudo basicamente duh. [...]“
Continua...
terça-feira, 3 de maio de 2011
1ª Coluna - O Eleito?
Olá, caros leitores. Podemos continuar ou concluir o que deixamos em aberto? Sim, podemos. Mesmo alguns aptos em fazer profissionais passarem vergonha, negando o que era para ser aceito, eu lhes informo sobre a parte mais importante do assunto.
Harry James Potter, nasceu em 31 de Julho de 1980, seus pais enfrentaram Lord Voldemort por três vezes... Neville Longbottom, nasceu em 31 de Julho de 1980, seus pais enfrentaram Lord Voldemort três vezes... Mas, apenas um foi marcado como seu igual, como igual à Tom Marvolo Riddle, quando era apenas um bebê, e tinha um ano de idade. Mas, e isto fez Harry pensar muito em todos os anos que se seguiram, depois das informações, será que se Voldemort tivesse esperado, sem saber de parte de The Prophecy, Neville teria parte de seus poderes? Será que Neville seria "O Eleito"? Será que ele seria o único que poderia destruir o Dark Lord?
O que você pensa sobre isto? Concorda com as perguntas acima, ou tem respostas concretas para elas? Responda em um comentário, e a melhor resposta para cada uma das perguntas, será colocada na Coluna.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Warner Brothers
Olá, caros leitores. Deixemos a "1ª Coluna - O Eleito (que terá continuação na próxima postagem)" e vamos observar, na minha perspectiva, e na de muitos que pensam como eu, o que nosso blog acabou de postar.
Qual é uma das maiores capitais do mundo, principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América Latina, cidade mais populosa do Brasil, da América e do Hemisfério Sul, cidade mais influente no cenário global, 14ª cidade mais globalizada do Planeta, e etc... Para não ficamos aqui a postagem toda citando as qualidades e influências de São Paulo, vamos parar, e ir direto ao assunto:
Por quê a Warner Brothers Pictures não utiliza esta cidade, como ponto de referência para Harry Potter no Brasil?
Não, por favor, não pensem que sou preconceituoso contra o Rio de Janeiro, Alagoas, Minas Gerais, outros muitos estados e cidades, mas como eu já informei acima, São Paulo não é só a principal cidade no Brasil, mas uma das principais no mundo, então a obrigação da produtora americana era utilizar São Paulo como alvo de toda sua propaganda para Harry Potter no Brasil, ou então, em cada estado, uma cidade alvo para suas representações da saga que mais trouxe dinheiro para a mesma.
Incompreensível, é o que podemos chamar esta situação!
"Se não há entendimento do texto, leia a postagem anterior do blog"
sexta-feira, 29 de abril de 2011
1ª Coluna - O Eleito?
Olá, caros leitores. Espero que tenham gostado de minhas humildes, mas importantes, palavras de boas-vindas à vocês!
Como lhes disse, esta coluna não é uma besteira que os fará perder tempo, e sim algo para comentar, produzir rebuliço, pois se lembrem desta frase:
"Se algo não é feito com extrema inteligência para criar caos aos que lêem, este algo não é bom o bastante, para ser digno de ser lido." O Eleito Trouxa
Então, como já disse anteriormente, eu sou uma pessoa de extrema inteligência arrogante, e então o que escreverei, causará caos, ou um mar de comentários fazendo-os expressar suas opiniões, muitas vezes hipóteses realmente retardadas.
Deixando de lado besteiras incomparáveis, e sem mais delongas, eu lhes apresento o tema, e torno a discussão aberta!
ATENÇÂO: A seguir, Spoiler's (palavras que retratam o contexto e enredo de Harry Potter and the Order of Phoenix e de Harry Potter and the Half-Blood Prince)
Harry Potter, em Harry Potter and the Order of Phoenix, teve um imenso prazer de receber muitas informações, das quais algumas não tinha absoluta ideia, de Dumbledore, sobre sua vida, após ir ao Ministério da Magia, e ter perdido qualquer evidência de The Prophecy enquanto ajudava Neville Longbottom à subir as escadas da arquibancada da Sala da Morte, ou seja lá qual for o seu nome, sendo chamada também de A Sala do Véu.
As informações que recebeu, são muito valiosas, e explica porque Albus Dumbledore se manteve distante dele, se manteve ausente, durante todo o quinto ano de Potter em Hogwarts, mesmo assim, tendo enfrentado grandes perigos por sua grande tolice e falta de concentração.
Foi levado à sala do diretor, logo depois da luta entre Percival e Tom, e depois da morte do último descendente dos Black's, que ainda não estava tomado pela loucura, como a senhora Lestrange. Harry, então, com o semblante calmo de Wulfric, fica extremamente nervoso, "acabara de perder seu padrinho, e aquele velho idiota ficava rindo?", pensava ele, e mais de uma vez, querendo atacá-lo. James tem um ataque de loucura, e destrói muitas das peças de Brian, querendo sair daquela sala, mesmo com a expressa ordem do diretor, de que não deveria sair.
E então, é acalmado, e Dumbledore lhe explica muitas coisas, citando agora como fiz acima, e uma delas, toda a informação de The Prophecy, feita por Patricia, enquanto Dumbledore a testava, para ver se tinha os mesmos dons da parente, uma vidente muito, mas muito mesmo, poderosa! Dumbledore pega sua Penseira, e de lá, mostra à Harry Trelawney, profetizando, bem na frente dos oclinhos de meia-lua do diretor, enquanto um Comensal da Morte, escutava. Felizmente, este foi expulso do pub por algum motivo que não me lembro agora, só ouvindo a primeira parte da The Prophecy, e contando-a à Riddle, fazendo-o tomar decisões precipitadas, e provavelmente, antecipando seu fim, ou quase...
E é! Neste ponto mesmo! Neste ponto, que eu quero chegar! O Daily Prophet, espalha todas as informações bem rapidamente, para cair nas graças da população novamente, sabendo agora, que Potter sempre disse a verdade sobre o Dark Lord. Por favor...
"Uma boa história, demora para ser escrita, e muito mais para ser contada, mas a eternidade para ser esquecida" Murilo A. Moretti
Espero que entendam o que eu quis dizer, e que esperem para saberem mais...
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O Eleito Trouxa
Não permito brincadeiras com as varinhas nem feitiços idiotas neste Blog! Não, não... Não sou Severus Snape, nem mesmo chego perto de ser um bruxo como o mesmo era. Sou apenas o novo escritor, à qual meu nome aqui será O Eleito Trouxa.
Será que gostarão de mim? Duvido, embora capacidade máxima de inteligência, tenho minhas ideias formadas sobre tudo, e não irei permitir que me reduzam à este conceito. Muitos não entenderão metade das coisas que escreverei aqui, mas se você for um que entendeu, seja muito bem-vindo, e saiba que é especial!
Arrogante? Podemos dizer que sim. Excêntrico? Depende do ponto de vista. Inteligente? Ao extremo, pelo que me interesso. Leal, corajoso? Sempre! Gryffindor, Order of Phoenix? Até a morte!
Até agora, meu modo de ver as coisas já foi imposto, você percebeu? Claro que sim, até um trasgo entenderia, mesmo que você tire um Troll em um OWLs (N.O.M.s) ou coisa do tipo. É fantástico como minha apresentação o segurou no texto por tanto tempo, não é? Veja bem, não é...
Minhas teorias de "O Eleito"? Sim, serão reveladas aqui, e abrirei espaço também aos meros leitores com tais poderes de dizerem suas hipóteses, para estarem aqui, as menos idiotas.
E é isso, além desta incrível coluna, que eu iniciarei de acordo com as requisições que o "Senhor" me ofereceu, trarei notícias, e muitos outros assuntos interessantes para este Blog!
Sinta-se instável, e saiba que eu posso detestá-lo e amá-lo à qualquer momento. Portanto, boa leitura, e muito boa noite à todos!
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